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Anticoncepcional

A pílula anticoncepcional veio para revolucionar a liberdade sexual da mulher e os métodos contraceptivos. Antigamente, a mulher evitava a relação sexual e com isso o prazer por medo de engravidar. Ela chegou ao mercado na década de 60, produzindo muita polêmica. Hoje em dia se tornou algo comum e preciso em muitos casos.

  • pílula do dia seguinte
    Contracepção e Seus Benefícios

    A contracepção veio para dar maior liberdade para as mulheres quando o assunto é gravidez. Muitas que não querem ainda engravidar ou simplesmente querem regular o seu ciclo, fazem uso dos anticoncepcionais sejam eles da forma que forem prescrita pelo médico. Pilula, injetável, adesivos, DIU, Implante e vários outros, são eficazes em até 99% dos casos quando usado de forma correta. Para ficar totalmente segura, deve-se sempre seguir a orientação do seu médico.



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O anticoncepcional é a base de hormônios sintéticos (fabricados em laboratórios) ou naturais (retirados de outros organismos). São normalmente fabricadas a base de estrogênio ou progesterona com algumas substâncias concomitantes. Essas substâncias são:

  • Gestodeno
  • Desogestrel
  • Acetato de ciproterona
  • Drospirenona
  • Clormadinona
  • Dienogest

Cada uma dessas substâncias tem um papel específico para cada caso e, por isso, o médico que irá indicar a pílula anticoncepcional mais apropriada para cada organismo. As pílulas devem ser tomadas via oral por 21 ou 24 dias seguidos (depende da composição) e a pausa de sete dias retomando no oitavo dia. A dosagem da pílula também varia de organismo para organismo.

injeção anticoncecional em cima da mesa

Por isso certas ocorrências não são incomuns. Os sangramentos do meio da cartela são escapes e podem acontecer em qualquer caso de uso de hormônios absorvidos pelo corpo. Deve-se lembrar de sempre que uma mulher tiver mais de dois escapes na mesma cartela ou ciclo de anticoncepcional, ela deve conversar com o médico sobre a necessidade de mudar a composição do seu medicamento ou aumento da dosagem.

Outras formas de contracepção são as injeções. Elas normalmente agem da mesma forma que o anticoncepcional oral, porém, como são injetáveis não é de fácil interrupção. São à base de estrogênio ou progesterona. Devem ser tomadas todo mês no mesmo dia ou de três em três meses como é o caso da Perlutan que é apropriada para quem deu a luz há pouco tempo. Aliás, mulheres no puerpério devem retomar a vida contraceptiva de forma suave se amamentam usar um apropriado e se não amamentam de forma gradual com fórmulas suaves.

Os implantes e os adesivos são novidade ainda que possam ser indicados pelo baixo risco de esquecimento, ainda pouco usados pelo seu custo elevado. O DIU hormonal e de cobre são excelentes formas anticoncepcionais, e como o implante, necessitam de um profissional ginecologista para colocação.

A pílula do dia seguinte é uma opção relativamente nova e deve ser usada com muita cautela. Ela equivale há cerca de uma cartela completa de anticoncepcional. A pílula do dia seguinte normalmente é à base de progesterona ou levornogestrel, um derivado da progesterona que impede a ovulação, consequentemente a gravidez. Porém como todo método anticoncepcional, não é 100% seguro. Sua eficácia é potencializada se usada no máximo de 12 a 48 horas após a relação de risco.

anticoncepcional rosa

O coito interrompido é uma forma de evitar engravidar menos eficiente do que anticoncepcionais, mas ainda sim muito utilizada por casais. Ele não é aconselhável, pois pode sim proporcionar a gravidez com maiores chances do que o anticoncepcional. Normalmente os métodos hormonais são 99% eficazes enquanto o coito interrompido não traz nem 30% de eficácia. O líquido lubrificante que o homem solta na relação contém espermatozoides vivos e saudáveis tanto quanto o sêmen ejaculado. A quantia desses espermatozoides é em menor concentração, o que explicaria a ausência de gravidez na maioria dos casos, mas digamos que é arriscar demais uma gravidez indesejada.

A melhor forma contraceptiva deve-se sempre ser escolhida em conjunto com o médico. Ele pode ajudar com a formulação da pílula e também de formas seguras de evitar a gravidez. Na dúvida sempre fale com o ginecologista.

Fotos: Amayzun, Derek K. Miller

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