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Ultrassom na Gravidez

Ao longo dos 9 meses de gestação são necessários exames de extrema importância para avaliação tanto da saúde da mulher e do bebê. O mais conhecido e marcante na experiência da gestante é certamente a ultrassonografia.

  • Quantas Ultrassons Fazer Durante a Gravidez

    As ultrassonografias estão entre os momentos mais interessantes e emociantes de toda grávida. Os médicos orientam fazer um exame por mês a partir do final do segundo mês. Com cada visita no obstetra, a ansiedade aumenta e curiosidade aumenta o quanto já fica visível do feto, quais os órgãos formas, se está se mexendo e, claro, o sexo dele.



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O ultrassom na gravidez, também conhecido como ecografia, é um exame sem contra indicações a princípio, mas que não deve ser realizado com exagero já que alguns estudos apontam para ter cautela devido à emissão de energia. Durante o exame de ultrassom, o aparelho utiliza ondas sonoras para captar as imagens do feto, do útero e da placenta. Além de imagens, também consegue captar sons internos, inclusive do coração do feto.

Mesmo o exame de ultrassom sendo um dos principais canais para os pais descobrirem o sexo do bebê, o ultrassom na gravidez vai muito além. É possível acompanhar o desenvolvimento do feto e verificar medidas, peso e também quantidade de líquido amniótico. Também é possível ver a feição antecipadamente através do ultrassom 4D.

No primeiro trimestre, o ultrassom na gravidez é realizado para verificar os batimentos cardíacos fetais, visualização do saco gestacional e para determinar a idade gestacional. Em alguns casos, quando realizado precocemente antes das 7 semanas, no ultrassom não é possível visualizar nenhum detalhe e nem ouvir os batimentos do coração.

Também é indicado para descartar uma possível gravidez ectópica que acontece quando o embrião começa a se desenvolver fora do útero ou molar. No ultrassom é possível visualizar uma placenta anormal e um embrião irregular.

Como é capaz de visualizar todos os detalhes relacionados à gestação, o ultrassom consegue informar se existe a presença de mais de um embrião. No caso de gravidez múltipla, podendo ser mais de dois ou três fetos, possibilita visualizar detalhadamente cada bebê ou cada saco gestacional.

No período de 11 a 14 semanas da gestação, um novo ultrassom será solicitado. Este tem o nome de translucência nucal, mede as dobras da nuca do pescoço e analisa a presença de osso nasal. Este ultrassom é capaz de diagnosticar problemas genéticos, como é o caso da síndrome de Down. Caso seja encontrada alguma alteração no ultrassom ou levantada alguma suspeita, o obstetra pode solicitar exames complementares para confirmação, como o exame de biopsia do vilo corial ou a amniocentese.

Entrando no segundo trimestre, o ultrassom mais detalhado de todos será exigido. O ultrassom morfológico ocorre por volta das 20 semanas de gestação. Geralmente é nele que se consegue visualizar o sexo do bebê. Durante toda a realização do exame é verificado o coração do feto, o desenvolvimento do cérebro, o aparelho digestivo além de ser medido todo seu corpo o que serve para avaliar o crescimento.

Na realização deste exame de ultrassom também é acompanhada a posição da placenta, que pode estar obstruindo a abertura do colo do útero. Caso positivo, deve ser acompanhada nas próximas ultrassonografias para visualizar se mudou de lugar até o dia do nascimento.

Ultrassom 4D

O obstetra pode solicitar a realização do ultrassom morfológico com doppler, onde se trata de um sistema diferenciado que consegue mostrar o fluxo sanguíneo no útero, do bebê e da placenta. Normalmente, se sabe diferenciar um exame do outro, pois as cores azul e vermelho no doppler informam sobre o fluxo de sangue. No terceiro trimestre, o ultrassom serve mais para acompanhar o crescimento do bebê, a quantidade de líquido amniótico na bolsa e também a posição do bebê juntamente do grau da placenta.

O ultrassom na gravidez tem por função descartar problemas recorrentes no desenvolvimento, genéticos e cardíacos, além de acompanhar o desenvolvimento correto do feto. Quando descoberto algum tipo de problema, o tratamento adequado pode ser iniciado imediatamente com o feto ainda dentro do útero. Quando não é possível oferecer durante a gestação, pode-se programar para a hora do nascimento, proporcionando maiores chances de vida e tratamento para o bebê.

Foto: madaise

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