No decorrer da vida estamos sujeitos a enfrentar diversas divergências na saúde, doenças inesperadas e muitas vezes desconhecidas, mas também podemos sofrer com aquelas que temos conhecimento e podemos evita-las ou de alguma forma se cuidar com o foco de prevenção. A que está no topo da lista é a diabetes, e mesmo se tratando de uma doença tão conhecida, muitos ainda pecam pela falta de cuidados, por isso vamos falar um pouco de como prevenir a diabetes e conhecer um pouco mais sobre a doença, seus tipos e cuidados.

O que é a Diabetes?

Diabetes é o nome da doença que afeta o adequado funcionamento do pâncreas. Quando ocorre, o pâncreas não consegue produzir a quantidade de insulina suficiente para o funcionamento adequado do corpo ou simplesmente não utiliza a insulina produzida da forma esperada. A insulina por sua vez, é o hormônio responsável em controlar a glicose do sangue, o que é fundamental para o perfeito funcionamento do organismo.

Considerada uma doença crônica não transmissível, ela é adquirida na grande maioria dos casos por maus hábitos na rotina, entre eles: alimentação, sedentarismo e vícios como cigarro, álcool e uso de drogas. Por não ser transmissível, ela não passa de uma pessoa para outra, mas é considerada grave por ser porta para desencadear outros problemas de saúde.

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A diabetes como as demais doenças crônicas, pode ser assintomática e completamente silenciosa, por isso é tão importante fazer exames regulares para acompanhar e avaliar a saúde. Se não descoberto e tratado adequadamente, a diabete pode se agravar e levar o paciente a morte.

Tipos de Diabetes

Mesmo sendo uma doença originada pelo mal funcionamento do pâncreas, ela pode se apresentar de diversas formas e em graus de gravidade diferente o que divide a doença em
alguns tipos: diabetes tipo 1, diabetes tipo 2, diabetes latente autoimune do adulto (LADA) e a diabetes gestacional.

Diabetes Tipo 1

A diabetes tipo 1 é caracterizada pela insuficiência do pâncreas em produzir insulina, já que suas células estão em um processo de destruição autoimune. Devido alguma alteração no sistema imunológico, o pâncreas tem sua função prejudicada provocando um ataque dos anticorpos naturais contra as células responsáveis pela produção do hormônio. Na grande maioria dos casos atinge crianças e adolescentes, mas os adultos não estão ilesos de sofrer com esse tipo também.

Para esse tipo de diabetes é necessário fazer o uso de insulina para correção e controle da glicose no sangue, sempre com o controle de um aparelho chamado glicosímetro, que através de um furinho no dedo, consegue detectar os níveis da glicose naquele exato momento. Também é indicado uma dieta apropriada, atividades físicas e em alguns casos medicamento para ajudar no controle da glicose. É o tipo mais raro da diabetes, atingindo em média de 5 a 10% dos pacientes portadores de diabetes. Caso não seja feito o tratamento correto e o controle da glicose no sangue de forma adequada, o paciente corre risco de morte.

Sintomas da Diabetes Tipo 1

  • Aumento na frequência urinária;
  • Aumento de apetite;
  • Perda de peso rápida;
  • Sede constante;
  • Cansaço em excesso;
  • Náusea e vômitos.

Caso o diagnóstico da diabetes tipo 1 não seja rápido, as células responsáveis pela produção desse hormônio não conseguem produzir a glicose necessária para produzir toda energia que o corpo precisa e o paciente começa a perder massa corporal, musculo e gordura, sendo utilizado para gerar energia. Quando essa gordura é utilizada, é produzido corpo cetônico que podem entrar na corrente sanguínea ocasionando a diabética química, que é o agravamento do quadro.

Diagnóstico da Diabetes Tipo 1

Para realizar o diagnóstico da diabetes tipo 1, existem três exames utilizados: glicemia em jejum, hemoglobina glicada e a o de curva glicêmica. Primeiramente é realizado o de glicemia em jejum que identificará a quantidade de açúcar no sangue naquele momento, sendo valores normais de 65 a 99 miligramas de glicose por decilitro no sangue. Quando aponta superior a 100 mg/dl é indicado a realização da curva glicêmica para confirmação, acima de 200 mg/dl é fechado o diagnóstico de diabetes tipo 1.

Diabetes Tipo 2

Quando o funcionamento do pâncreas é alterado e a insulina produzida não é liberada para o corpo, ficando alojada no sangue em ver de ser utilizada como forma de energia, é caracterizada como diabetes tipo 2. Essa é a diferença entre os dois tipos de diabetes, 1 e 2. A diabetes de tipo 2 ao contrário da de tipo 1, consegue produzir insulina, mas o corpo não consegue utiliza-la da forma correta, como fonte de energia.

Com isso, as células de gordura, dos músculos e do fígado não respondem como deveria a insulina produzida, impossibilitando a absorção desse açúcar e a deixando na corrente sanguínea. A diabetes tipo 2 pode acontecer com qualquer pessoa, mas alguns são considerados como fatores de risco como:

  • Pessoas com mais de 45 anos;
  • Sedentarismo;
  • Obesos e pessoas em sobrepeso;
  • Pré-diabéticos;
  • Baixo nível de colesterol HDL;
  • Triglicerídeos alterado;
  • Diabetes gestacional anterior.
  • Consumo em excesso de álcool.

Sintomas da Diabetes Tipo 2

A diabetes tipo 2 é considerada uma doença silenciosa e o paciente pode viver sem apresentar sintomas por muitos anos, mas vale observar alguns sinais como:

  • Feridas e machucados que demoram para cicatrizar;
  • Visão embaçada;
  • Aumento na frequência urinária;
  • Sede constante;
  • Fome constante;
  • Quadros de infecção frequente;
  • Formigamento dos pés;
  • Aparecimento de furúnculos.

Em caso de percepção desses sintomas ainda mais se fizer parte dos fatores de risco, procure seu médico imediatamente para realizar exames avaliatórios. Quanto antes descobrir, mais fácil será o tratamento e a resposta para seu corpo e saúde.

Diagnóstico da Diabetes Tipo 2

O diagnóstico da diabetes tipo 2 é igualmente a do tipo 1, porém, são os valores de referências no resultado que indicarão qual é o tipo da doença. Os exames são: glicemia de jejum, hemoglobina glicada e curva glicêmica. Na glicemia de jejum, as indicações são parecidas, sendo as referências de 65 a 99 mg/dl consideradas normais, acima de 100 mg/dl indicativo que deve ser investigado e acima de 200 mg/dl confirmação da diabetes.

Na hemoglobina glicada se dado o resultado de 6.5% confirmados em dois testes, juntamente da glicemia em jejum superior a 126 mg/dl e glicemia maior que 200 mg/dl no exame de curva glicêmica, o diagnóstico de diabetes tipo 2 é fechado.

Nesse tipo, não é sempre necessário a aplicação de insulina, mas recomendado algumas alterações na rotina do paciente como pratica de exercício físico, alimentação adequada, cortar o consumo de álcool e cigarro, cuidado com os olhos e a saúde bucal. Somente em alguns casos é necessário a correção da insulina. O ideal é ter o aparelho para medição para fazer o acompanhamento adequado.

Métodos de Prevenção da Diabetes

Mesmo que não seja possível prevenir e muito menos prever a diabetes e seus tipos, alguns cuidados podem ser realizados para reduzir as chances que ela aconteça. Como é uma doença que pode surgir devido a fatores genéticos, hereditários e também devido aos maus hábitos, alguns cuidados reduzem as chances de ela acontecer.

Perca a Gordura Abdominal

Em especifico a diabetes de tipo 2 está relacionada a obesidade e ao sobre peso, e a gordura abdominal pode provocar uma inflamação e sobrecarregar o pâncreas forçando sua produção de insulina para que a glicose do corpo entre nas células. A gordura localizada no abdômen além de prejudicar o funcionamento do pâncreas, altera o funcionamento do metabolismo, aumenta a pressão arterial e também as taxas de colesterol.

Faça Atividade Física

A prática de atividade física reduz as chances de desenvolvimento da diabetes, principalmente a do tipo 2 que tem ligação com sedentarismo. Não precisa ser um atleta, mas praticar em média 30 minutos de qualquer tipo de atividade física ajuda a manter o corpo mais saudável.

Cuide da Alimentação

A alimentação tem fator importante no desenvolvimento da diabetes, por isso, evite ao máximo o consumo de gordura e alimentos gordurosos, de preferência aos alimentos integrais e introduza no seu cardápio diário a ingestão de frutas, sem exageros.

Diabetes Prejudica a Fertilidade?

Uma das grandes preocupações dos portadores de diabetes é a fertilidade. Ainda mais quando se ocorre ainda na infância, na adolescência ou ainda no início da fase adulta. Nos homens, a diabetes se não controlada de forma devida, pode provocar problemas na fertilidade, gerando impotência sexual. Estudos indicam que a dificuldade na ereção ocorre devido as alterações endocrinológicas, neurológicas e também vasculares que afetam diretamente no enrijecimento do órgão sexual masculino e podem também afetar na produção dos espermatozoides e na qualidade seminal.

Nas mulheres, a diabetes também pode afetar a fertilidade, já que se descontrolada ela pode afetar o ciclo menstrual, no descontrole hormonal, aumento as chances de aborto espontâneo e até mesmo menopausa precoce.

Outras Complicações da Diabetes

A diabetes descontrolada além de apresentar risco de morte para o paciente, pode desencadear diversos outros tipos de problemas e afetar inclusive no dia a dia. Foram observados diminuição da libido em homens e mulheres, além de problemas com lubrificação vaginal, que podem ser solucionados com o uso de gels lubrificantes. Se estiver tentando engravidar, recomendamos o uso de FamiGel, o lubrificante em gel amigo da fertilidade, que além de melhorar a lubrificação vaginal, controla o pH da vagina proporcionando um ambiente melhor para os espermatozoides. O gel ainda faz o papel do muco fértil, facilitando que os peixinhos cheguem mais rapidamente até o óvulo. Você pode compra-lo aqui em nossa loja virtual.

A melhor forma de prevenir a infertilidade nos portadores de diabetes é manter a doença sob controle, seguindo as recomendações medicas para manter os níveis de glicose no sangue e
em caso de duvidas conversar com seu ginecologista para oferecer um acompanhamento mais detalhado caso suspeitar que a diabetes esteja influenciando na fertilidade.

Se desejar potencializar sua fertilidade o uso de vitaminas da fertilidade pode ser utilizado. No caso dos homens, a vitamina ViriFerti ajudará a melhorar as condições dos espermatozoides e da qualidade seminal, os fortalecendo para que cheguem até o óvulo com mais agilidade. Adquira sua vitamina masculina aqui em nossa loja.

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Foto: stevepb