A diabetes é um dos males que mais acomete pessoas em todo mundo, e muito comum aqui no Brasil. Pesquisas indicam que ela atinge em torno de 14 milhões de pessoas só no território brasileiro. Porém, a informação mais assustadora não está nos números, mas sim em saber que metade dessas pessoas nem imaginam que são portadoras da doença.

Por isso, a melhor forma de desvendar e conscientizar as pessoas sobre a doença é falar sobre ela, sobre seus sintomas, principais causas e em especial qual o tratamento e melhores formas de viver de forma saudável, mesmo após receber o diagnóstico da diabetes.

Muitas pessoas após receber o diagnóstico da diabetes, pode enxergar como se estivesse recebendo uma sentença de morte, assim como seus familiares. E isso acontece pela falta de informação, já que é possível ter uma vida normal se feito o tratamento adequado. Mas dentre todas as dúvidas que cercam a doença, a principal é se a diabetes tem cura.

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A diabetes é uma doença que nem sempre apresenta sintomas alarmantes, por isso é considerada como um inimigo silencioso. Em grande maioria dos casos, o paciente acaba sofrendo muito mais com o tratamento das sequelas que a diabetes ocasionou do que se descobrisse a diabetes antecipadamente e conseguisse controlar a glicose no sangue adequadamente.

É válido ressaltarmos as sequelas sérias, caso a diabetes não seja tratada adequadamente. Entre as principais está a amputação de membros do corpo, perda de visão, hemodiálise, derrame e infarto. Com essas informações tão sérias, a busca da cura da diabetes aumenta incansavelmente. Mas será que diabetes tem cura?

E infelizmente a resposta é não! Já que não foi encontrado ainda pela medicina a cura da doença. O que pode acontecer é um paciente receber um diagnóstico de alerta que a doença está próxima de acontecer, o conhecido pré-diabético ou até mesmo receber o diagnóstico da diabetes tipo 2 e com o tratamento adequado os níveis de glicose normalizarem. Isso pode ser reconhecido como cura, mas na verdade, se o paciente voltar aos velhos hábitos os níveis de glicose podem se alterar novamente.

O que pode também acontecer é quando um paciente consegue através do tratamento controlar os níveis de glicemia e depois de um período, descontrolar novamente, mesmo que por um curto período, o corpo sentirá os efeitos deste descontrole, o que é conhecido pelos médicos como memória metabólica do organismo. Por isso, mesmo que seja comprovado através de exames que as taxas de glicose estão normalizadas, os exames anuais são recomendados para avaliação, principalmente do rim, avaliação da retina dos olhos, da pressão arterial e colesterol.

No caso de pacientes com diabetes tipo 1, algumas técnicas vêm sido desenvolvidas para melhorar a vida dos pacientes. Uma dessa técnicas é o transplante de pâncreas e/ou das ilhotas pancreáticas, onde são produzidas a insulina. Mesmo assim, após realização do transplante, exames periódicos devem ser sempre realizados para acompanhamento do paciente.

A última novidade na busca da cura da diabetes é a da realização da cirurgia bariátrica. Mas se formos analisar tem o mesmo foco do tratamento através da perda de peso, que faz com que a glicemia fique controlada enquanto o paciente se cuida. Mas a partir do momento onde retorna aos velhos hábitos, as taxas de glicose se elevam novamente. Essa opção é apontada
pelos médicos como remissão da doença, já que não provoca a cura, somente o controle, isso se no caso for a diabetes tipo 2. Vamos falar mais um pouco da doença, mas precisamos primeiramente entender do que se trata a doença, para que possamos esclarecer os riscos e tratamentos.

O que é a Diabetes

A diabetes basicamente é retratada pelo aumento de açúcar na corrente sanguínea, ocasionada pelo mal funcionamento do pâncreas, responsável pela produção da insulina. Mas dentro dessa definição existem tipos diferentes da doença que se diferenciam pela forma que ela acontece e de como o corpo está reagindo, que são: diabetes tipo 1, diabetes tipo 2 e diabetes gestacional.

Diabetes Tipo 1

A diabetes tipo 1 é caracterizada quando o sistema imunológico da pessoa começa a atacar as células betas é afetado a liberação da insulina do corpo, que pode liberar apenas algumas dosagens ou simplesmente parar de liberar. Com isso, a glicose fica localizada no sangue em vez de ser utilizada em seu próximo natural do corpo, como fonte de energia.

A diabetes tipo 1 tem maior incidência em crianças e adolescentes, mas não isenta a chance de acometer adultos. Esse tipo da doença é sempre tratado com a correção de insulina injetável, uso de alguns medicamentos, alteração no cardápio alimentar e pratica de exercícios físicos, que ajudarão a manter os níveis de glicose correto.

Diabetes Tipo 2

A diabetes tipo 2 é caracterizada quando o organismo não consegue usar a insulina produzida de forma adequada ou simplesmente o organismo não consegue produzir a insulina suficiente para controlar a glicemia. Esse é o tipo mais comum da diabetes é afeta cerca de 90% dos pacientes.

Normalmente ligada a obesidade, maus hábitos na vida e quadros de stress, a diabetes tipo 2 é mais comum em adultos, mas também não isenta a ocorrência na infância, principalmente em crianças acima do peso. Normalmente tratada através da alteração do cardápio alimentar, pratica de exercício físico, alguns medicamentos. Somente em casos mais específicos a aplicação da insulina é indicada.

Diabetes Gestacional

Durante a gravidez o corpo da mulher precisa se adequar as novas mudanças e isso inclui o equilíbrio hormonal, com isso o pâncreas precisa aumentar sua produção de insulina para compensar toda essa transformação. Mas, em algumas mulheres essa alteração não ocorre da forma que deveria, ocorrendo uma elevação da glicose no sangue, caracterizando a diabetes gestacional.

Com isso, os riscos não são somente a mulher que está gerando, mas sim ao bebê que está no útero. Ao entrar em contato com níveis elevados de glicose, o bebê tem riscos de desenvolvimento excessivo, ocasionando um crescimento considerado fora do normal, conhecido como macrossomia fetal. Existem riscos também de parto prematuro, bebês obesos, e a diabetes acompanhar não só a mãe após o parto como o bebê nascer diabético.

A diabetes gestacional pode ocorrer com qualquer mulher e em qualquer fase gestacional. É descoberta através dos exames de curva glicêmica no pré-natal e podem ser controlados através da alimentação e prática de exercícios físicos, quando não existe risco de parto prematuro. Em casos onde a gestante não consegue controlar as taxas de glicemia através da mudança de hábitos, pode ser indicado o uso de medicamentos insulinoterapeutas para controle.

Diabetes Afeta a Fertilidade?

Já citamos acima os perigos, riscos e sequelas que a diabetes descompensada pode trazer aos pacientes. Mas muitos casais ainda jovens, com o sonho da maternidade e com diagnóstico de diabetes se preocupam com esse ponto de a diabetes afetar a fertilidade, e realmente merece muita atenção.

Diabetes e a Fertilidade Masculina

A diabetes quando diagnosticada e não tratada adequadamente provoca sérios danos a fertilidade masculina. Dentre elas, a dificuldade ou até mesmo a impossibilidade de ereção dificultando a relação sexual e até mesmo a produção e qualidade seminal. Isso ocorre, devido as diversas alterações vasculares, endocrinológicas, neurológicas e também psicológicas que a diabetes ocasiona.

Por isso, não deixe de buscar ajuda e realizar o tratamento adequado. Após agravamento da fertilidade masculina, dificilmente é reversível. Se deseja ter um bebê, faça o tratamento corretamente indicado pelo médico e dê uma ajudinha extra para sua fertilidade através do uso de vitaminas da fertilidade masculina, como o ViriFerti. Além de suprir as necessidades vitamínicas do corpo, fortalece os espermatozoides e o DNA, facilitando a concepção. Você pode adquiri-lo aqui em nossa loja virtual.

Diabetes e a Fertilidade Feminina

Na fertilidade feminina também não é diferente, já que a diabetes pode afetar e muito nas alterações hormonais, causando anormalidades no ciclo menstrual, além de aumentar as chances de aborto espontâneo e até mesmo menopausa precoce, que encerra a vida fértil feminina.

A melhor forma de prevenir a infertilidade tanto de homens e mulheres, é cuidar da diabetes e seguir à risca as recomendações do médico para controlar os níveis da glicemia. Vale lembrar que se o casal está tentando engravidar, é normal qualquer casal levar até 1 ano para conseguir engravidar naturalmente, portanto se está demorando, ainda não se desespere, nem sempre pode ser infertilidade causada pela diabetes.

Se quiser dar uma ajudinha extra para a fertilidade do casal e ainda melhorar o prazer durante a relação sexual, use gels lubrificantes amigos da fertilidade, como o FamiGel. Além de melhorar a lubrificação vaginal, faz o papel do muco fértil facilitando a chegada dos espermatozoides até o óvulo. Você pode comprar seu gel lubrificante aqui em nossa loja virtual.

Foto: Erik1980