Olá meninas,

me chamo Alyne e hoje tenho 27 anos. Eu era menina quando recebi a notícia que não poderia ter filhos. Não entendi muito bem na época a notícia, mas meu pai me disse: fique tranquila, há outras maneiras de ser mãe e quando chegar a hora nós vamos saber como lidar!

Comecei a namorar e fiquei noiva do meu Felipe. Quando estava namorando sofria muito por saber que não poderia gerar um filho, mesmo que neste período já não usava métodos anticoncepcionais. Aquilo me tirava a paz e a esperança do coração.

Meu marido Felipe e eu

Foi nessa época também que descobrimos que o Felipe tinha varicocele e ele teve que se submeter a três cirurgias corretivas. Ainda assim, o exame de esperograma dava zerado. Imaginem a cabeça de um casal jovem, cheios de esperança de formar uma família e os obstáculos só parecem crescer!

“Aquilo me tirava a paz e a esperança do coração.”

Engravidar Apenas um Sonho?!

Dias depois do nosso casamento no dia 10 de maio 2014, minha avó disse que estava grávida de um menino. Mais alguns dias depois, uma amiga me liga e diz que sonhou que eu estava grávida. Eu sabia que era impossível, mas na noite seguinte sonhei exatamente a mesma coisa. Me senti muito mal!

Contei pro meu marido e ele disse: não se frustre, você sabe que não conseguimos! Mesmo assim resolvi fazer um teste – a esperança é a última que morre. NEGATIVO. Uma tristeza imensa tomou conta de mim, mas por quê? Eu já sabia da minha condição, engravidar era um sonho, um sonho distante…

Na noite seguinte sonhei novamente e tive que acordar o Felipe para contar. Dessa vez bem mais firme, ele disse que entendia a minha frustração, mas que sabíamos da nossa situação. Foi quando eu insisti arrasada que ele sugeriu o exame de sangue para ter certeza. Fiz! POSITIVO!

Eu só chorava, sem nem saber o motivo. Ao dar noticia ao papai e a vó por telefone no dia 11 de junho daquele ano, eu só levava risada. Meu pai veio da cidade onde trabalhava a 45km para compartilhar esse momento comigo. Sentou na minha frente, ficou ali sem dizer nada por uns 40 minutos e foi embora.

Minha família reunida

Como Quase Tiraram de Mim

No início de julho era hora da minha primeira consulta do pré-natal. A ficha já tinha caído, eu estava grávida e ansiosa para ver meu bebê no ultrassom, que emoção! A médica fez o exame ali, não falou nada e saímos da sala. Escutamos ela fazendo uma ligação dizendo: “O plantonista tá aí? Estou mandando uma paciente subir já para cesárea de emergência (…) ah não tem problema, já fiz o ultrassom e está confirmado.”

Desligou o telefone e me perguntou se a gravidez foi planejada!? Eu disse que não e mandou subir na Unimed, porque já estavam aguardando para retirar o feto das trompas e evitar uma hemorragia interna. Quase morri do coração ali mesmo! O que parecia um sonho se tornou pesadelo em questão de segundos. Meu mundo desabou! Como podia meu Deus? Não podia ter filhos, agora tenho, e terei que tirar.

Não é porque não foi planejada que ela não foi desejada. Na hora, eu não sabia o que fazer, mas queria pelo menos que a doutora do exame fosse comigo para fazer. Ela disse que não, pois teria jogo da Copa do Mundo naquele dia e nem a pessoa do ultrassom estaria na Unimed, mas o plantonista estava me esperando. Desabei!

“Eu sabia que ser mãe não seria fácil, porém nunca perdi as esperanças.”

Fui para casa aos prantos, amigos e a família foram para lá também. Após quatro horas chorando decidi ir no hospital. Resolvi não contar o que aconteceu com medo de não realizarem outro ultrassom. Me atenderam, fizeram outro ultrassom e meu tão desejado bebê estava lá, no útero! O que eu tinha era um cisto no ovário. Meu menino nasceu no dia 10 de fevereiro de 2015, exatos 9 meses após meu casamento.

Será que Conseguiria de Novo?

Estou relembrando minha primeira gravidez, porque o positivo veio quando menos esperava. Eu sabia que ser mãe não seria fácil, porém nunca perdi as esperanças. Conto tudo isso, pois precisava relembrar essa história para conseguir continuar a tentar. Eu queria muito o segundo filho, mas depois que o Elias nasceu fui diagnosticada com endometriose, ovários policísticos, útero retrovertido e ciclos sem ovulação.

Passei 2016 e 2017 tentando intensamente o segundo bebê. Durante 9 meses em 2017 fiz tratamentos com indutores de ovulação nos mais diversos níveis de dosagem, sem resultados. Queda de cabelos e falta de libido eram apenas dois dos efeitos secundários desagradáveis. Havia tantos cistos que os médicos não me deram mais chances de engravidar.

Imagem da minha histerosalpingografia

No ano de 2018, ovulei apenas em janeiro. Sei disso porque eu fiz acompanhamento com ultrassom seriado. Em julho desse ano agendei uma consulta com médico especialista em infertilidade após tomar uma garrafada de ervas e fitoterápicos e fazer outro ultrassom. Novamente Deus me surpreendeu: nenhum cisto e um folículo dominante com bom tamanho em um dos ovários e pequenos folículos no outro!

Percebi que talvez existisse alguma chance real e comecei a pesquisar novamente todas as opções que poderiam me ajudar a conseguir meu tão sonhado positivo. Assisti vários vídeos e um deles falava sobre um gel amigo da fertilidade que não é comercializado no Brasil. Fiquei triste naquele momento, porém logo em seguida conheci o FamiGel.

Hora de se Armar

Eu estava a poucos dias do meu período fértil, então sem hesitar fiz a compra de 40 testes de ovulação, de 5 de gravidez e do gel “salva-vidas”. Brincamos que é salva-vidas pois ele aumenta as probabilidades de sobrevivência dos espermatozoides dentro de nós.

Com os testes de ovulação eu era capaz de acompanhar a aproximação dos dias mais férteis. Assim que o período fértil chegou, usei uma ducha íntima antes da relação para neutralizar o pH da vagina e usamos o FamiGel em todas as relações. Mesmo sem saber se ele me ajudaria com o tão sonhado positivo, aprovamos no primeiro uso, pois ele simula exatamente a nossa lubrificação natural!

O produto que me ajudou a engravidar. FamiGel encontra aqui

O período fértil passou e a ansiedade de quem quer muito engravidar, me fez fazer um teste da Famivita no dia 26 de setembro, muito antes do atraso. Para minha tristeza foi negativo, mas eu sabia que era cedo, afinal faltavam seis dias para a menstruação atrasar. No dia 30 de madrugada, ainda antes do atraso menstrual, repeti o teste, POSITIVO!

Meu positivo dois dias antes do atraso

Sem saber muito bem o que estava acontecendo, fiz as outras três tiras de gravidez que tinha, todos positivos. A sensibilidade do teste da Famivita é realmente incrível! Não acreditava no que meus olhos estavam vendo, que emoção! Eu estava finalmente grávida de novo, após 3 anos e 8 meses sem usar nenhum método contraceptivo.

Agora era hora de contar para o papai que ainda estava dormindo. Acordei o meu filho que costuma dormir até às 10 horas para passar essa mensagem tão importante. Preparei uma caixa que o Elias entregou ao seu pai com os positivos. A reação de alguém ao saber que será pai não tem preço! Apesar de todas as dificuldades e profissionais que dizeram que não tinha chance, faltam apenas 25 semanas para recebermos nosso segundo presente…

Caso tenham perguntas, fiquem à vontade de me contatar no Instagram: amassads

Alyne Massad

A felicidade de uma gestante