O sistema reprodutor feminino funciona de uma maneira extraordinária, mas como não conseguimos observar a olhos nús, somente se aprofundando em conhecimento e em detalhes para entender a verdadeira grandiosidade do seu funcionamento e de tudo o que o cerca.

A melhor forma de se libertar de dúvidas e tabus que cercam o ciclo menstrual é conhecer a anatomia feminina e tudo que se diz ao respeito do sistema reprodutor feminino, muito além dos conhecimentos básicos.

O Sistema Reprodutor Feminino

Mesmo observando imagens detalhadas com informações do sistema reprodutor feminino é muito difícil entender como tudo funciona e qual é a função de cada órgão. Por isso é necessário entender a particularidade de cada uma das “engrenagens” do corpo feminino.

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Ovários

Os ovários são pequenas bolsas que se aproximam ao tamanho de uma amêndoa. Pertencem somente ao sistema reprodutor feminino e são responsáveis em produzir as células reprodutivas ou popularmente conhecida, como óvulos.

O considerado normal da anatomia feminina é que toda mulher possua dois ovários, localizados cada um de um lado do útero e totalmente interligados pelas trompas de falópio (tubas uterinas).

Dentro dos ovários existem milhares de pequenos folículos onde dentro de cada um deles se abriga um único óvulo, que durante esta fase recebe o nome de ovócito. A cada ciclo menstrual um desses folículos é desenvolvido e liberado em forma de óvulo para se cumprir todo o ciclo.

IMPORTANTE: Mulheres que possuem apenas um único ovário não são consideradas inférteis e podem engravidar.

Os folículos que vão se desenvolvendo a cada ciclo são os responsáveis pela produção dos hormônios estrogênio e progesterona que farão com que o ciclo menstrual ocorra normalmente.

Ao contrário do sistema reprodutor masculino, que os espermatozoides são produzidos de forma continua. O sistema reprodutor feminino já se desenvolve desde o ventre materno, onde a bebê menina já nasce com milhares de folículos que irão acompanha-la no decorrer da vida.

Útero

O útero é o órgão mais conhecido do sistema reprodutor feminino e também considerado o maior que compõe toda essa estrutura. Sua função é de alojar, nutrir e proteger o feto até o dia do seu nascimento, proporcionando todos os nutrientes necessários para garantir o seu desenvolvimento adequado.

A cada ciclo, todo revestimento da parede uterina, também conhecido como endométrio, se prepara para receber e nutrir um embrião. Quando essa fecundação não ocorre, todo esse revestimento se desprende e é descartado através do sangue menstrual, ganhando o nome de menstruação.

Vagina

A vagina é o órgão sexual feminino que se estende ao colo do útero e todo seu conjunto interno que chega até o útero. Com a aparência de uma abertura, ela é formada da vulva e de dois orifícios: urinário (uretra) e o genital (vagina), além do canal vaginal e do hímen.

Durante o ciclo menstrual é através da vagina que o endométrio (sangue menstrual) é expelido para fora do corpo. O sangramento menstrual desce do útero e passa pelo orifício do colo do útero e sai pela abertura vaginal.

Além de ser a abertura para saída do sangue menstrual, a vagina possui um ambiente muito ácido que equilibra e protege a entrada de bactérias causadoras de algumas infecções vaginais ou fúngicas. Essa proteção também é muito eficaz durante a gestação, onde serve de proteção para que bactérias não coloquem em risco a vida do feto em desenvolvimento.

Colo do Útero

Uma parte muitas vezes esquecida de ser citada quando o assunto é sistema reprodutor feminino, o colo do útero é uma “peça” fundamental da anatomia da mulher. É um nome muito lembrado na hora do parto, por ser necessária a dilatação para que ocorra o parto normal.

Mas o colo do útero tem extrema importância no corpo da mulher e em todo seu funcionamento, por fazer parte da conexão entre a vagina e o útero e assim ser um dos responsáveis pela concepção ou também ajudar a evitar uma gravidez indesejada.

No método sintotérmico, o colo do útero tem papel fundamental para garantir um bom resultado e obviamente ter melhor conhecimento sobre o funcionamento do sistema reprodutor feminino e a cada sinal que seu corpo dá.

Diferente do que muitas pessoas acreditam, o colo do útero não é só uma passagem. Ele produz fluidos e tem sua umidade característica que inclusive ajuda e aumenta a mobilidade dos espermatozoides até o útero.

Esse fluido também conhecido como muco cervical é o que permite que a mulher engravide de forma natural. Já que se ele não existisse, o ambiente ácido da vagina não permitiria que os espermatozoides chegassem vivos até o útero.

IMPORTANTE: Para as mulheres que não possuem esse muco evidente, existem gels lubrificantes que atuam fazendo o papel do muco e ainda auxiliam na concepção.

Mas para a alegria de quem quer evitar uma gravidez, esse muco cervical só é produzido quando a mulher está ovulando e com isso facilita o controle para saber quando ter uma relação sexual protegida ou não.

Mas para garantir a eficácia do método sintotérmico é necessário um acompanhamento diário da presença desse muco e de qualquer mudança do corpo. Por isso, não aconselhamos utilizar esse método antes de conhecer a fundo de como ele funciona e esclarecer todas as suas dúvidas.

Trompas de Falópio

As trompas de falópio são os braços do sistema reprodutor feminino. São os canais que ligam o útero até os ovários, conhecidas também como tubas uterinas. As trompas de falópio além de fazer essa interligação têm uma função parecida com a de uma rede, que recolhe o óvulo liberado no processo da ovulação e também transporta o espermatozoide até ele, depois direcionando o óvulo que foi fertilizado até o útero.

As duas extremidades das trompas de falópio consistem em estruturas muito semelhantes a dedos que tem o nome de fimbrias, o que facilita o direcionamento dos óvulos. Seu interior é revestido de minúsculos pelos que através de movimentos ondulatórios conseguem conduzir o ovulo fertilizado até o útero com grande facilidade.

É um grande equívoco dizer que o processo de fertilização ocorre dentro do útero, quando na verdade todo processo ocorre ainda nas trompas de falópio. Sem todo o processo das trompas junto aos óvulos e espermatozoide, seria impossível ocorrer a implantação do embrião ao útero.

Glândula Pituitária e o Hipotálamo

Pode parecer um pouco confuso, logo após mostrarmos uma imagem da anatomia do sistema reprodutor feminino, citar sobre o cérebro. Mas a verdade é que nada funciona no ciclo menstrual, se o sistema endócrino não funcionar e essas partes estão localizadas no nosso cérebro.

O sistema reprodutor feminino está a todo tempo em comunicação com a glândula pituitária e o hipotálamo, o que torna uma verdadeira equipe responsável por manter o funcionamento do corpo em equilíbrio, assim como todo o processo do ciclo menstrual.

Glândula Pituitária

A glândula pituitária também nomeada como hipófise, é uma glândula que fica localizada no cérebro, bem acima do tronco cerebral. Tem o tamanho de uma ervilha e é responsável pela produção de alguns hormônios responsáveis pelo crescimento, controle da temperatura corporal, funcionamento da tireoide e funcionamento do sistema reprodutor.

Funcionando em parceria com o hipotálamo, a glândula pituitária é responsável pela produção de dois hormônios responsáveis pelo funcionamento adequado do ciclo menstrual: o hormônio luteinizante (LH) e o hormônio folículo-estimulante (FSH).

Hipotálamo

O hipotálamo é uma pequena parte do cérebro, do tamanho de uma amêndoa, localizado logo acima da glândula pituitária. Responsável por funções de extrema importância do corpo, como fome, sede, temperatura corporal e controle do comportamento e de emoções e neste caso em maior evidencia, atuante no sistema reprodutor feminino.

O hipotálamo é responsável pela produção do hormônio gonadotropina (GnRH), que por sua vez é responsável em ativar a glândula pituitária para que os hormônios LH e FSH sejam produzidos. Hormônios estes que atuam na produção dos hormônios masculinos e femininos, assim como na maturação dos óvulos e espermatozoides.

É importante entendermos cada função do sistema reprodutor feminino, desde as funções cerebrais até o funcionamento do ciclo menstrual. Deixar o aprendizado limitado do aparelho reprodutor feminino e expandir nossos conhecimentos.