História linda que me fez chorar muito de emoção! Essa mãe batalhadora e esse bebê guerreiro mostraram que enfrentar as dificuldades com coragem não precisa ter tamanho, basta ter vontade de viver! Linda história da leitora Tatiana e do seu filho Daniel.Exif_JPEG_420

“Oi meninas meu nome é Tatiana tenho 23 anos, sou casada e tenho 2 filhos. O primeiro tem 2 anos e 9 meses é um menino lindo, desde que ele fez 1 ano eu e meu marido tínhamos vontade de ter outro filho de preferência menina. No dia 03 de julho de 2013 descobri que estava grávida novamente, foi uma surpresa porque agente não tinha planejado ainda nosso sonho, mais foi muito amada desde o começo. Foi uma gestação tranquila, sem nenhum problema e queria muito o parto normal. Fiz Pilates a minha gestação inteira, andei muito, subia e descia a escada da minha casa todos os dias, tudo para ajudar a encaixar o bebê e dilatar. Meu pré-natal foi pelo SUS , todo mês ficava na faixa de 4 hrs esperando para passar em consulta. Com 17 semanas fiz um ultrassom particular para descobrir o sexo, pois pelo SUS só com 24 semanas, e a ansiedade estava me matando rs.

E na hora que a médica passou o aparelho a descoberta É UM MENINO , aiii na hora chorei porque queria muito uma menina, mais 5 SEGUNDOS depois já estava com um sorriso de orelha a orelha rs, meu mundo é totalmente azul. Meu marido queria uma menininha também e quando contei que era outro menino brincou ” será que eu não sei fazer menina?”rs. Meu filho amou a idéia de ter um irmãozinho pra brincar de carrinho com ele. Exif_JPEG_420

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Com 40 semanas fui pra minha consulta de pré-natal a médica pediu o exame de cardiotoco e viu que estava tudo bem com o bebê e já estava com 2 dedos de dilatação e me pediu pra voltar em 2 dias. Fiquei super feliz achando que ia dilatar mais nesses 2 dias, ficava sempre de olho nas luas (que bobagem de mãe) e com 40 semanas e 2 dias voltei ao hospital e fiz o exame de novo. O bebê estava bem e a dilatação continuava igual, mas naquele momento um anjo tocou a médica, e ela me pediu um ultrassom pra ver o líquido. O certo é ter 8lt de líquido dentro da bolsa, eu estava com 3lt, quase nada mais, a médica me internou para uma cesárea de emergência.

Era dia 27/02/14 17:35 meu mais novo presente chegava ao mundo, lindo fazendo até posse pra tirar foto, medindo 49cm e 3.275gr. A hora que a pediatra pegou ele para ver se estava tudo bem, escutou um sopro no coraçãozinho dele, levaram ele pra ficar em observação (todas as crianças nascem com sopro e depois de alguns minutos ele se fecha) e ele ficou na UTINEO, mais isso eu não sabia. Quando fui para o quarto as 19hr quase ninguém tinha notícias do meu pequeno, e eu comecei a ficar em desespero, sem poder fazer nada deitada naquela maca sem conseguir me mexer. Minha mãe correndo pelos corredores do hospital pedindo notícias, meu marido também, e ninguém passava informações para eles. Ás 22:30 meu marido foi chamado para ir até a UTI ver nosso filho, ele voltando me contou que ele estava bem, aquilo foi um alivio mais ainda assim não me deixou tranquila, precisava ver ele. As 2h da manha quando pude levantar para tomar banho pedi para ver meu filho, fui com muita dificuldade até a UTI e vi que meu bebê estava realmente bem, mais não poderia ir comigo para o quarto e a enfermeira não sabia me dizer o que ele tinha.

No outro dia as 16hrs da tarde a médica me chamou para conversar e falou que o sopro do meu filho não tinha fechado, e que o cardiologista falou que ele teria que ficar em observação por 1 semana para ver se iria fechar com o medicamento que eles iam dar, se não fecha-se seria somente com cirurgia. Meu chão se abriu, eu perdi todo o rumo da minha vida, chorava dia e noite compulsivamente, e todos os dias voltava aquele hospital para ver meu pequeno naquele lugar. Passada 1 semana veio a outra notícia, meu filho teria que operar, MORRI naquele momento eu MORRi… Ele tinha uma estenosse na válvula pumonar. Estenose é quando a válvula que leva oxigênio para o coração não se abre para passar o oxigênio e assim faltava oxigênio no coração dele, fazendo com que ele ficasse roxo, preto, todas as vezes que chorava e mesmo sem chorar com dificuldade para respirar.

Queria salvar meu filho de todos os jeitos, nessa altura ele já estava usando o HALLO um tipo de oxigênio para conseguir respirar, meu medo era ele ser entubado e alguns dias depois ele teve que ser entubado pois não estava aguentando mais ficar sem ajuda para respirar. Começou a minha batalha para conseguir uma vaga para a cirurgia do meu filho o mais rápido possível para acabar aquele sofrimento todo. Liguei para todos os políticos que eu poderia ligar, falei na TV Vanguarda, TV local da minha cidade, e nada resolveu. Até que meu tio um médico em Campinas, conseguiu contato com o médico cardiologista da PUC em Campinas e conseguiu a vaga para meu filho. Graças a Deus, mais o pesadelo apenas estava começando novamente.

Isso era sábado de manhã, vaga estava garantida para ele até domingo as 20hrs e durante esse 1 dia eu quase infartei, pois a Prefeitura de São José dos Campos não tinha uma ambulância UTINEO para transportar meu filho até Campinas para a cirurgia, conseguiram uma ambulância de Taubaté com um medico sem experiência nenhuma e uma enfermeira com menos experiência que o medico para transportar meu filho. A ambulância chegou em São José as 19hr (lembrando que eu tinha que estar em campinas até as 20hr) já estava em tremendo desespero mais como meu Deus nunca me abandona fomos mesmo assim …. chegamos em campinas as 23hr e a vaga dele estava lá ainda. Ele foi operado dia 16/03 com 2 semanas de vida, graças a Deus a cirurgia foi um sucesso e meu filho estava super bem , voltamos para São José e ele ficou mais 30 dias na UTI se recuperando da cirurgia.

Com tudo isso ele não pegou o peito, perdeu muito de ganhar peso adequadamente. Está fora do peso dele, mas com uma saúde tremenda!! O cardiologista que esta acompanhando ele está impressionado com a perfeição da cirurgia. Hoje ele tem uma vida normal, não precisa de cuidado nenhum, só crescer, engordar, brincar e ser feliz. Não toma mais nenhum remédio e não tem mais nenhum problema de saúde graças a Deus. Só tenho a agradecer a Deus pela vida do meu guerreiro, e por ter me amparado em todos os momentos que passei. Essa é história do Daniel que tem apenas quase 3 meses de vida, de muita guerra e batalha. Meninas nunca entreguem a batalha por mais difícil que ela seja sempre entreguem na mão de Deus que ele é quem cuida de tudo.”

Veja também: O que é Cranioestenose e Qual o Tratamento?

Foto: Acervo pessoal